JOÃO PESSOA, PARAIBA, ALÉM DAS PRAIAS... JANEIRO DE 2017
A rodoviária fica do lado - algumas quadras - do centro histórico e cerca de uns 20 minutos da praia mais próxima! Com bem pouco dinheiro, eu tive que escolher e decidi não conhecer as praias, não agora, e cooooooooooomo minha escolha compensou!
Depois de almoçar num self-service sem balança por R$ 9.00, fui conhecer o que João Pessoa tinha pra me mostrar...
Você sai da rodoviária e inevitavelmente enfrenta uma cópia da General Carneiro - SP com Tuiuti - SP, é igual... À medida em que vai subindo, os prédios antigos vão se desenrolando.. O povo da cidade é bem prestativo, gostam de ajudar! E quanto à violência, eu não senti a pressão que senti em Recife, e por mais que eu tenha andado alerta, eu estava bem mais tranquila...
Já gostei de cara da arquitetura de tudo, e a Igreja de Nossa Senhora das Neves é liiiinnnda - a branca das fotos, a primeira! Dali fui penetrando as ruazinhas de paralelepípedo, e apesar de um senhor pedir para que eu tomasse cuidado, ficasse esperta, não senti o medo que senti em Olinda, e fui entrando onde eu queria!
As igrejas - todas - apesar de engenhosamente diferentes, são impressionantes, as histórias nas pinturas, azulejos, as imagens no geral...
" DE CONVENTO A CENTRO CULTURAL
O Convento de Santo Antônio foi construído em 1589, pelos frades franciscanos. Em 1634, ele foi ocupado pelas tropas invasoras holandesas, que o utilizaram como fortim.
Após a expulsão dos holandeses, os frades retomaram o convento e começaram suas obras de recuperação e ampliação. Na primeira metade do século XVIII, pela capela dourada, a casa de oração, o claustro, a Fonte e a Sacristia. São dessa época, os painéis de azulejos da Nave e o altar-mor. A feição exterior é da segunda metade desse século, quando foram concluídos, a frentaria, a torre sineira e o cruzeiro. No Século XIX e o início do século XX, o convento passa por grandes transformações que culminam com a irrecuperável destruição do altar-mor. Os frades franciscanos permaneceram neste local por três séculos evangelizando o povo paraibano.
De 1885 a 1894, funcionaram no convento a escola de aprendizes marinheiros e o hospital militar.
Criada a Diocese da Paraíba, em 1892, e com a posse de Adaucto Aurélio de Miranda Henriques, em 1894, foram instalados no convento o Seminário e o Colégio Diocesano. O colégio funcionou até o ano de 1906, e o Seminário, até 1964.
Depois dessa data, o complexo funcionou como Museu do Estado da Paraíba, a Escola Estadual do Roger e a Escola de Teatro Piollin.

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